
O Efeito Borboleta
A Teoria Matemática do Caos, defende que, qualquer caos, contêm em si uma ordem, que o leva a tendencialmente organizar-se.
Um dos exemplos mais conhecidos desta teoria (ou explicação teórica) é o de que se uma borboleta bater as asas em Pequim, irá provocar um Tornado em Washington, pela simples razão de ter dado início a uma sequência de acontecimentos, que nem têm de estar ligados entre si.
Hoje, fui ver um filme que explorava este principio de não linearidade de acontecimentos, e misturava uma dose da capacidade de intervir em determinados momentos do Continuum Temporal, deslocando apenas a nossa consciência.
Quatro miúdos, Evan, Lenny, Tommy e Kaythlin, amigos de infância, partilham experiências que os afectam adversamente. Pelo menos os que delas se lembram. Evan herdou do seu pai uma condição estranha que provoca perdas de consciência.
A partir daí surgem histórias possíveis e paralelas que permitem que cada um de nós, tenha a possibilidade de tomar uma decisão ou outra decisão e possa viver com ela.
O filme é genial na forma como explora as relações entre os personagens e uma série de universos alternativos que surgem e se desenrolam, aos olhos do espectador e dos intervenientes da história.
Uma das conclusões do filme é a de que não existe um final feliz, se nos mantivermos sempre egoistamente em primeiro lugar. Mas se existir um momento em que podemos escolher uma solução que não nos beneficia, e fazermos o sacrifício maior, talvez consigamos mudar positivamente o nosso universo, o nosso passado e o nosso presente.
Quanto a mim, reduzi a minha existência a um momento em que toda ela poderia que toda ela poderia ter mudado. No meu caso seria um beijo! E no seu?
Melhor ainda, e se não for tarde de mais?
Escrito por S k Î ñ T r ¥ k ë r às 13h58
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